domingo, 4 de novembro de 2012
Florzinha de croche
Aí estão dois modelinhos de flor de croche para aplicação: uma tipo estrelinha, pequena e outra grande com picô.
Bem, pretendo buscar outros modelos, enquanto isto estou admirando-as.
Manta de bebê
Esta é a primeira manta de bebê, que estou tricotando.
Ela não está finalizada, falta mais da metade e ainda leva um barrado de croche, que eu ainda vou aprender a fazer.
Bem, resolvi postar para não aguçar mais a curiosidade de vocês.
sábado, 3 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Mensagens
Podia aqui relembrar
De muitas situações e passagens
Cursos, palestras, visitas, reuniões e viagens
Mas o que permanecerá sempre
É a nossa sincera amizade
Em que juntas buscamos a felicidade
Com “pensamento positivo”
E “boa memória”
“Nós é que mandamos”
Escrevemos a nossa história
Criatividade e Imaginação
Temos pr’á dar e vendar
E isso é que nos faz
Alguma dificuldade vencer
Muitos não conseguiriam entender
Quem não nos conhece
Não podem crer
É impressionante como
Pensamos, sentimos e agimos igual
Isto nos mantem cada vez mais unidas
Simplesmente
por sermos especiais
Mensagens
Escrevi esse texto após visitar o Lar dos deficientes físicos e mentais Vicente Morelli, em Bangu
Quando lá chegamos não tínhamos idéia do que iríamos encontrar. E o que vimos, o que sentimos, jamais esqueceremos, não há como descrever.
Nessa instituição, muitos irmãos lá se encontram internados, alguns abandonados pela família; mas todos com um ponto em comum: a total dependência.
Conhecemos o Robson, o Marcelo, o Tarcísio, o Tiago, o Leo, e muitos outros.
O trabalho é árduo, porque eles necessitam de quem lhes dê a alimentação, a medicação, o banho; quem lhes troque as fraldas, quem lhes faça carinho; quem lhes dê atenção...
Esses espíritos encarcerados em corpos defeituosos, não falam, não andam, não correm, mas sentem a dor do preconceito, do egoísmo, do descaso.
Sentem o carinho no toque das mãos.
Quanta felicidade naqueles rostinhos, quando passeávamos com eles em suas cadeiras de roda.
Em determinado instante o César nos disse:... "Nós não podemos sair daqui com a idéia de que somos melhores. Isso não existe...."
Fiquei realmente, encucada. O que ele queria dizer?
Eu pensava justamente o contrário. Estava mesmo me achando melhor, porque tenho uma mente sã, braços, pernas que me permite o deslocamento fácil, mãos para trabalhar, posso falar, posso ouvir, tenho uma casa, uma família...e tantas outras ferramentas que possibilita a construção de uma existência voltada para a evolução do espírito.
Mas, a frase não saia da minha cabeça, precisava compreendê-la.
E só mais tarde pude entender que a beleza de que o César havia falado, era da beleza do espírito. A melhoria que ele se referia não era a exterior: a física; mas, sim, a interior: a espiriutal.
Alguns irmãos que ali se encontravam, pela consciência de sua necessidade e com extrema coragem, plenamente resignados, poderiam ter pedido para habitar um corpo naquelas condições.
E aí, me senti envergonhada.
E quando cruzamos a porta tivemos a forte sensação, que neste pequeno ato, unimo-nos a Jesus num trabalho de amor, mais ainda tão insignificante, onde há tanto a fazer.
Fica a reflexão:
Como estamos usando as nossas mãos perfeitas? Para jogar pedras ou para acariciar?
Como estamos usando as nossas pernas? Que caminhos estamos percorrendo?
Como estamos usando a nossa língua? Para consolar ou maldizer?
O que estamos fazendo por nós mesmos?
O que estamos fazendo realmente pelos nossos irmãos necessitados?
Será que conseguiremos ficar felizes, na noite de Natal, com saúde, junto aos nossos familiares, mesa farta e presentes, quando tantos a nossa volta padecem de tantas necessidades?
Quando lá chegamos não tínhamos idéia do que iríamos encontrar. E o que vimos, o que sentimos, jamais esqueceremos, não há como descrever.
Nessa instituição, muitos irmãos lá se encontram internados, alguns abandonados pela família; mas todos com um ponto em comum: a total dependência.
Conhecemos o Robson, o Marcelo, o Tarcísio, o Tiago, o Leo, e muitos outros.
O trabalho é árduo, porque eles necessitam de quem lhes dê a alimentação, a medicação, o banho; quem lhes troque as fraldas, quem lhes faça carinho; quem lhes dê atenção...
Esses espíritos encarcerados em corpos defeituosos, não falam, não andam, não correm, mas sentem a dor do preconceito, do egoísmo, do descaso.
Sentem o carinho no toque das mãos.
Quanta felicidade naqueles rostinhos, quando passeávamos com eles em suas cadeiras de roda.
Em determinado instante o César nos disse:... "Nós não podemos sair daqui com a idéia de que somos melhores. Isso não existe...."
Fiquei realmente, encucada. O que ele queria dizer?
Eu pensava justamente o contrário. Estava mesmo me achando melhor, porque tenho uma mente sã, braços, pernas que me permite o deslocamento fácil, mãos para trabalhar, posso falar, posso ouvir, tenho uma casa, uma família...e tantas outras ferramentas que possibilita a construção de uma existência voltada para a evolução do espírito.
Mas, a frase não saia da minha cabeça, precisava compreendê-la.
E só mais tarde pude entender que a beleza de que o César havia falado, era da beleza do espírito. A melhoria que ele se referia não era a exterior: a física; mas, sim, a interior: a espiriutal.
Alguns irmãos que ali se encontravam, pela consciência de sua necessidade e com extrema coragem, plenamente resignados, poderiam ter pedido para habitar um corpo naquelas condições.
E aí, me senti envergonhada.
E quando cruzamos a porta tivemos a forte sensação, que neste pequeno ato, unimo-nos a Jesus num trabalho de amor, mais ainda tão insignificante, onde há tanto a fazer.
Fica a reflexão:
Como estamos usando as nossas mãos perfeitas? Para jogar pedras ou para acariciar?
Como estamos usando as nossas pernas? Que caminhos estamos percorrendo?
Como estamos usando a nossa língua? Para consolar ou maldizer?
O que estamos fazendo por nós mesmos?
O que estamos fazendo realmente pelos nossos irmãos necessitados?
Será que conseguiremos ficar felizes, na noite de Natal, com saúde, junto aos nossos familiares, mesa farta e presentes, quando tantos a nossa volta padecem de tantas necessidades?
Mensagens
Escrevi essa mensagem para minha Tia Gina e Tio Alfredo, na comemoração das
Bodas de Prata
Poucos são os que têm sabedoria, paciência e tolerância para permanecerem juntos durante 25 anos, tornando-se verdadeiros modelos de compreensão e de união.
Deus os abençoe e ilumine ainda mais essa união construída muitas vezes com renúncia e sacrifício que a convivência a dois exige, mas que hoje vitoriosos, colhem os frutos de uma relação consistente e digna.
Ultrapassar as dificuldades e permanecer juntos é conquistas de poucos, principalmente nos dias de hoje.
Mas, quando o Amor é o alicerce de uma união como a de vocês, pode-se afirmar que de muitas lutas grandes conquistas se fez.
Compartilhar essas vitórias com os parentes e amigos é como dizer à humanidade: O amor existe e é ele que nos sustenta e nos impulsiona para a felicidade.
Estamos muito felizes pelas bodas de prata porque a união de vocês representa a comprovação de que a felicidade é possível para quem sabe amar.
Desejamos a vocês, a cada dia, uma convivência de muita compreensão e de muita paz; e que este Amor permaneça cada vez mais intenso e mais sólido.
Mensagens
Escrevi esse texto em homenagem a minha querida Mãe Açucena
Amor de Mãe
Não conheci nesta vida
nenhum amor mais sublime
do que o amor de Mãe
Amor que perdoa sempre
que sente a dor da gente
que vibra com o nosso sucesso, não há nada mais belo
somente o amor de Jesus
Braços firmes e fortes
superam quaisquer obstáculos
vencem o orgulho e a apatia
para ver o filho em constante alegria
Sustenta os primeiros passos
ampara sucessivas quedas
estimula:"Segue adiante!"
Esse amor imenso,
de tão intenso que é
fica gravado em nós, unindo,
por toda a eternidade
Esse amor que conheço -Amor sublime
é o amor de Mãe
Como um anjo
conhece o íntimo da gente
pergunta, mas já sabe a resposta
sabe ler o olhar
e escutar as palavras não ditas
pois o coração de Mãe não se engana
é dádiva bendita!
Ah! Se as Mães soubessem o poder que elas têm
poder que Deus lhes concedeu
ao enlaçar um filho nos braços
todo pedido é realizado
pedido de Mãe é sagrado!
Se não houvesse motivo nenhum
para lhe agradecer, Mãe
somente o fato de me deixar nascer,
seria motivo glorioso
jamais irei esquecer.
As noites mal dormidas,
as lágrimas contidas
e o desejo permanente de ver
no rosto do filho amado a alegria de viver.
Mãe querida, não haverá
distância que seja, que nos separará
e lembranças mais viva do que
o amor que me sustentou e me sustentará.
Ao consultar meu coração
qual o amor mais sublime?
Ele me respondeu:
É o amor de Mãe!
(Onde você estiver, receba com carinho o meu abraço apertado cheinho de alegria e saudade)
Amor de Mãe
Não conheci nesta vida
nenhum amor mais sublime
do que o amor de Mãe
Amor que perdoa sempre
que sente a dor da gente
que vibra com o nosso sucesso, não há nada mais belo
somente o amor de Jesus
Braços firmes e fortes
superam quaisquer obstáculos
vencem o orgulho e a apatia
para ver o filho em constante alegria
Sustenta os primeiros passos
ampara sucessivas quedas
estimula:"Segue adiante!"
Esse amor imenso,
de tão intenso que é
fica gravado em nós, unindo,
por toda a eternidade
Esse amor que conheço -Amor sublime
é o amor de Mãe
Como um anjo
conhece o íntimo da gente
pergunta, mas já sabe a resposta
sabe ler o olhar
e escutar as palavras não ditas
pois o coração de Mãe não se engana
é dádiva bendita!
Ah! Se as Mães soubessem o poder que elas têm
poder que Deus lhes concedeu
ao enlaçar um filho nos braços
todo pedido é realizado
pedido de Mãe é sagrado!
Se não houvesse motivo nenhum
para lhe agradecer, Mãe
somente o fato de me deixar nascer,
seria motivo glorioso
jamais irei esquecer.
As noites mal dormidas,
as lágrimas contidas
e o desejo permanente de ver
no rosto do filho amado a alegria de viver.
Mãe querida, não haverá
distância que seja, que nos separará
e lembranças mais viva do que
o amor que me sustentou e me sustentará.
Ao consultar meu coração
qual o amor mais sublime?
Ele me respondeu:
É o amor de Mãe!
(Onde você estiver, receba com carinho o meu abraço apertado cheinho de alegria e saudade)
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